Cientistas descobriram que restaurar lipídios essenciais no cérebro pode reduzir danos neurológicos e melhorar o fluxo sanguíneo cerebral — um avanço que pode mudar o futuro do tratamento da demência vascular.
A pesquisa mostrou que a ausência dessas moléculas compromete a circulação nos vasos do cérebro, acelerando o declínio cognitivo. Ao restaurá-las, os pesquisadores conseguiram normalizar a circulação e proteger o tecido cerebral, abrindo caminho para terapias inovadoras.
O mais revolucionário: o foco deixa de ser apenas nos neurônios e passa também para a saúde dos vasos cerebrais, atacando a doença em sua raiz.
Embora os estudos ainda estejam em fase inicial, o resultado já é visto como um dos mais promissores dos últimos anos no combate às demências.
Um novo capítulo se abre para milhões de pessoas que convivem com o risco da perda cognitiva.







